terça-feira, 29 de junho de 2010

* ANO 2012/CORRESPONDÊNCIAS * 48º - SEXTA-DANÇANTE * 47º - AUMENTO DA TAXA ORDINÁRIA ...



*

CORRESPONDÊNCIAS:
 
48º - SEXTA-DANÇANTE  *  47º - AUMENTO DA TAXA ORDINÁRIA  *  46ª - HABIB'S E RESTAURANTE - COUPON FISCAL * 49º - RESPOSTA À INTERPELAÇÃO EXTRA-JUDICIAL



49º

 
Prot. 1912-001/BH / 19.12.2012

Correspondência protocolada na sede do MTC e cópia enviada por–email.

 

 

Senhor Sérgio Bruno Zech Coelho

Presidente do Minas Tênis Clube

 

Prezado Senhor

Em resposta à interpelação extra-judicial, digo que repassei o e-mail em questão à administração do MTC, imaginando que seria do interesse do clube saber das informações graves que circulavam, via Internet, entre os sócios. A intenção, como cidadão associado da entidade, não foi difamar, insultar ou injuriar ninguém. Mas, sim, a de dar ciência do fato aos dirigentes do clube e, certamente, obter uma resposta certa.

O diretor Marcelo Maria de Souza atendeu, prontamente, ao esclarecimento que buscava. Em tom democrático, e de absoluta credibilidade, explicou-me por e-mail que não passava de “informações irresponsáveis”, dizendo que “desafio ao informante a comprovar esta informação”. Satisfeito, logo repassei a resposta a vários consócios.

A fonte do e-mail solicitada, através da interpelação extra-judicial, registrada sob o número 01277393, Cartório de Primeiro Ofício de Notas, datada de 07 de dezembro de 2012, está no próprio email que foi postado por   marcosteacher@gmail.com e, reenviado sem o menor comentário de minha parte - cópia anexada junto ao documento que recebi na manhã de ontem.

Atenciosamente,

 


WELINGTON ALMEIDA PINTO.

 




48º

  CONHECIMENTO É TUDO

Prot. 1411-001/BH / 14.11.2012
Correspondência protocolada na sede do MTC e cópia enviada por–email.


Senhor Sérgio Bruno Zech Coelho
Presidente do Minas Tênis Clube

Prezado Senhor
Dois mil e doze termina como um ano em que a realização da ‘Sexta Dançante’,  no Minas I, ficou muito prejudicada. Setembro não teve. Outubro, idem. Uma foi, como acontece, substituída por um evento de Jazz - mesas vendidas. Outra, pelo Show do cantor Sidney Magal - mesas vendidas. Antes, longe desse apparteid, um evento dessa envergadura era promovido, em área aberta, para todos os sócios. Muito mais democrático. Afinal, somos todos os sócios ramos e as folhas de uma mesma árvore.

Dia 23 do mês corrente vai ter ‘Sexta Dançante’ no velho salão do Minas I, conforme anunciado. Esperamos que o baile seja realizado com mesas e cadeiras do próprio clube, como também a volta dos convites para não sócios. Quando eles eram emitidos, o MTC não tinha que gastar com dançarinos profissionais, contratados a peso de ouro, para ajudar a animar o acontecimento, cada vez com a freqüência menor. Com os convites ganha o sócio, ganha o clube com a arrecadação.

VESTIÁRIO MASCULINO – O novo vestiário do prédio recém inaugurado no Minas I, construído em espaço menor do que o antigo, além da falta de ventilação, pé-direito baixo, aponta mais um problema: a água nos boxes dos chuveiros permanece empoçada - caída do piso contrária ao ralo de esgoto – e, consequentemente, contaminada por sujeiras - o que tem provocado infecção, através de fungos, nos dedos dos pés dos usuários.

Para piorar o quadro, os atletas descobriram o nosso vestiário e lotam o local, promovendo a maior algazarra, inclusive colocando tênis sujos sobre o mármore. Não pode, contamina a bancada. Também acho que o clube não deve permitir aos atletas usarem as piscinas, tomando espaço do sócio  – eles entram na água do jeito que saem das quadras, completamente soados. Além do mais, é comum ver alguns deles sentados e os pés colocados sobre as mesas, sem tirar os tênis. Certa vez, tive uma reunião com o Gerente de Esportes, Luiz Eymar Zech Coelho, em que se comprometeu que seus atletas usariam apenas os vestiários do ginásio. Por um tempo, o acordo foi respeitado, agora ruiu de vez levando desconforto aos associados que pagam caríssimo de mensalidade para manter seu conforto no clube

ALERTA - Semana passada, verificamos uma trinca na parede azulejada do mesmo vestiário, setor infantil. Pode ser dilatação, mas pode não ser. O que não é normal numa obra tão recente. Melhor verificar e informar os sócios a razão de tal estrago.

Outro molesto para os sócios é a saída/entrada ao clube pela Rua da Bahia. Pois, sair das piscinas por essa portaria, significa subir um elevador até o 5º andar, descer e tomar outro elevador (ou subir uma escadaria) para chegar ao nível da rua, baldeação que não se justifica. Sem falar que não foram feitas rampas ao lado escadas de acesso ao elevador no piso das piscinas.
Folha. Continuamos alertando para o alto número de gerentes com altos salários, como também do desperdício de bens naturais como água e energia elétrica e o excesso de funcionários – agora, o sócio percebe um pelotão de terceirizados, onerando mais ainda o bolso do minastenista. Discussão que, em 02 de março de 2011, na reunião com a direção financeira do MTC , acordamos que o clube iria estudar uma maneira de desonerar a taxa ordinária, através da receita paralela do clube..., sinopse da pauta no link:

Militantes. Na demonstração do semestre findo em 2012 as despesas com assistência a militantes foi de $ 3.581.000,00 . É muito. Conta que os sócios demonstram interesse em acompanhar a formação desses números, passo a passo.
Contas na internet. Mesmo com o Balanço Geral on-line, continuamos a insistir que o nosso MTC discrimine no seu site, em tempo real, tudo que arrecada e gasta (receitas, despesas e nomes). A publicação detalhada dará ao sócio as condições de fazer comparação de procedimentos e até oferecer produtos e serviços por valores inferiores, beneficiando nosso clube.  Nada seria mais importante nos dias de hoje. Portanto, cabe ao MTC dar esse salto de modernidade e de democracia, favorecendo aos sócios a transparência absoluta nas contas. Medida que, com certeza, vai conquistar o respeito e a admiração do clube inteiro.
Coupon Fiscal. Continuamos aguardando explicações sobre a não emissão de coupon fiscal por prestadores de serviço dentro do clube.
Como também permaneço aguardando explicações sobre o convite negado à minha filha, jornalista na Bahia, para freqüentar o clube por 3 dias no mês de agosto/12, mesmo diante de três correspondências enviadas à Presidência, solicitando esclarecimento.
Um clube de cidadaniaO MTC precisa de ter por meta ser 100% democrático. E distribuir, igualitariamente, sua Receita Financeira no tripé sobre qual foi fundado: Educação, Cultura e Esportes.  Ter na atividade esportiva um acessório positivo de cidadania é fundamental, não uma predominância. A integração das três atividades na formação do individuo educa e humaniza. Ajuda a formar cidadão para combater a corrupção que é praticada de forma corriqueira em nosso país, conforme mostra a mídia com insistência, através de certos políticos, cujo patrimônio aumenta sem justificativas.
Sem mais, antecipadamente, agradecemos,
Atenciosamente




WELINGTON ALMEIDA PINTO. Projeto Leia, Brasil – Marketing Cultural - Rua Leopoldina, 787/202
30330-230 – Belo Horizonte/MG- Brasil – Fones:  3296-8975 - Cel: 8418-2007
www.welingtonpinto.blogspot.com ;  www.aforcadeumsonho.blogspot.com; 
 www.educacaoemfoco.kit.net/artigos  ;  www.numanoiteem68.blogspot.com
www.codigobrasileirodedefesadoconsumidor.blogspot.com  ;  www.condominiolegal.blogspot.com welingtonpinto@gmail.com  ;  welingtonpinto@yahoo.com br  









47º



Prot. 2806-001/BH – 28.06.2012.
Correspondência protocolada na sede do MTC e cópia enviada por e-mail.


Senhor Sérgio Bruno Zech Coelho

Presidente do Minas Tênis Clube

Prezado Senhor,

Voltamos a insistir que o aumento da taxa de condomínio do MTC provoca indignação entre os sócios, diante de despesas que poderiam ser melhor administradas, o que, certamente, desoneraria os gastos com a administração do clube. Continuamos alertando para o alto número de gerentes com altos salários, desperdício de bens naturais e excesso de funcionários. Em 02 de março de 2011, na reunião que fizemos com a direção financeira da entidade ficou acordado que o clube iria estudar uma maneira de desonerar a taxa ordinária através da receita extra do clube..., sinopse da pauta no link:   

É necessário ampliar o combate ao desperdício de água e energia elétrica, conforme ocorre no 5º andar do prédio sede do Minas I.  Por outro lado, no 2º andar do prédio novo, as luzes continuam exageradamente acesas, mesmo com o sol entrando no salão. São despesas que escorregam para o ralo, gerando mensalidades cada vez mais altas e benefícios aos sócios cada dia menores. A conscientização é uma questão de cidadania, pois, em dados oficiais, o consumo de energia elétrica no Brasil já empata com a produção geral do sistema.

Novo prédio. Merece observar que a festa de inauguração com tapete vermelho, em 16 de abril de 2012, para um número restrito de convidados não foi uma realização democrática. Pelo contrário, demonstrou apartheid e descaso com cerca de 70 mil sócios que pagam caro para manter a instituição. Quanto ao novo prédio, feito para tirar boa parte do sol da manhã nas piscinas do Minas I, representa uma ostentação que, inteligentemente, não se sustenta. São muitos os vícios de construção que levam desconforto aos sócios, desde o baixo pé-direito das salas e salões que amplia a falta de ventilação, principalmente, nos vestiários e áreas onde acumulam muito gente exercitando, até a nova saída/entrada ao clube pela Rua da Bahia. Sair das piscinas por essa portaria, significa subir um elevador até o 6 andar, descer e tomar outro elevador (ou subir uma escadaria) para chegar ao nível da rua. Não tem cabimento.

Militantes. Em 2011, O MTC gastou a soma de 6.608 milhões. Conta que os sócios demonstram interesse em acompanhar a formação dos valores, percaptamente. Esperamos que, com a Lei de Acesso à Informação, nº 12527/11, que manda o poder público prestar informações ao cidadão, por analogia, estenda-se a entidades do terceiro setor, mantidas com recursos de associados. Isto é, empresas constituídas por organizações privadas sem fins lucrativos.

Contas na internet. Mesmo com o Balanço Geral da entidade, agora on-line, continuamos a insistir que o nosso MTC discrimine no seu site, em tempo real, tudo que arrecada e gasta (receitas, despesas e nomes). A publicação detalhada dará ao sócio as condições de fazer comparação de procedimentos e até oferecer produtos e serviços por valores inferiores. Medida que, com certeza, vai conquistar o respeito e a admiração do clube inteiro.

Salões de Festa. Pelo que vimos o novo salão de festa, que imaginávamos ser no alto do prédio e não no abafadamente do nível da rua, também não tem mobiliário próprio. Isso sinaliza que, para nossos bailes cadeiras e mesas terão que ser alugadas também (por onde anda o mobiliário, em madeira de lei, feito há mais de meio século do salão de festas?) Para facilitar o cálculo orçamos o preço de mesas e 4 cadeiras empilhável na Industrias Moderna, que sai a 139,52 o conjunto Bistrô (quanto o Minas paga pelo aluguel desse mobiliário?) Diminuindo esse custo e, com a volta de venda de convites para a sexta dançante, podemos até sonhar com bailes semanais.

. Contas na internet. Nada seria mais importante, nos dias de hoje. Cabe ao Minas dar esse salto de modernidade e democracia, favorecendo aos sócios transparência absoluta (arrecadação, despesas gerais e salários) em tempo real.

            Coupon Fiscal. Destacamos o serviço da Lanchonete do Minas II, dia 22 último, durante a Festa Junina, principalmente, porque ela operou com caixa próprio – longe das fichinhas – e de forma cidadã, emitindo Coupon Fiscal a cada compra. Quanto a empresa que explora a lanchonete do Salão de Jogos do Minas I, continua sem emitir o documento. Também é importante a emissão do Coupon Fiscal no estacionamento do clube. Se, por acaso o Minas conseguiu isenção desse imposto, essa atitude de cidadania deve ser exercida, não só por que nossa entidade usufrui de imensa quantidade de recursos em projetos de Renúncia Fiscal, também porque com a emissão desse documento, o controle do dinheiro que entra no Caixa do Clube ganha controle absoluto. Portanto, vale a pena contribuir com a pequena alíquota de imposto aos cofres da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte e dar total garantia ao sócio da arrecadação com as garagens que ele pagou caro para construir e, só usa pagando de novo para estacionar seu veículo.

Um clube de cidadania. O MTC tem que ter por meta ser 100% democrático. E distribuir, igualitariamente, sua Receita Financeira no tripé sobre qual foi fundado: Educação, Cultura e Esportes.  Ter na atividade esportiva um acessório positivo de cidadania é fundamental, não uma predominância. A integração das três atividades na formação do individuo educa e humaniza. E ajuda a formar cidadão para combater a corrupção que é praticada em nosso país, conforme continua mostrando a mídia com insistência, através de certos políticos cujo patrimônio aumenta sem justificativas.

Sem mais, antecipadamente, agradecemos a atenção dispensada.

Atenciosamente,

               WELINGTON ALMEIDA PINTO.




46º
  CONHECIMENTO É TUDO



Prot. 2903-001/BH – 29.03.2012
Correspondência protocolada na sede do MTC e cópia enviada por e-mail.


Senhor Sérgio Bruno Zech Coelho

Presidente do Minas Tênis Clube

Prezado Senhor,

Sem a resposta da correspondência de 17.11.2011, insistimos em saber o real motivo da quebra de contrato Habib’s/MTC. Quanto à responsabilidade fiscal, o que ficou apurado em relação à emissão de Coupon Fiscal? Outro caso com indícios de irregularidades: de 15/03/2011 a 23/03/2012 recebemos da lanchonete do salão de jogos do Minas I (Pomar Comércio de Alimentos Ltda) comprovantes simples de pagamento de produto consumido, em vez do Coupon Fiscal (cópias no anexo) ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo especial para microempresas, conforme manda a SEF em norma específica: anexo VI do RICMS, 43080/2002 – Capítulo II – Seção I e II.

É importante que a administração do MTC verifique as questões que apontamos, porque, se tiver algo errado o melhor é corrigir o problema e nada será afetado na imagem do clube. O Minas é uma entidade ‘cidadã econômica’, que se preza pela retidão com suas obrigações fiscais, caso contrário não usufruiria de Projetos Culturais e Esportivos beneficiados pelo Governo Federal, Estadual e Municipal, através do programa de ‘renúncia fiscal’.

Sexta Dançante – Janeiro teve baile, o que não é comum. Em fevereiro não teve, muito menos o Baile de Carnaval. O hep auer de março, como resgate de velhas sextas dançantes na antiga lanchonete do Minas I, veio mostrar que o minastenista prestigia o evento animado por uma banda de bom nível. Considerando a satisfação dos associados que lotaram o bailinho, a administração deveria oferecer aos mais de 70 mil sócios, pelo menos quatro ‘sextas dançantes’ por mês. Enfim, na taxa ordinária, que é bastante alta e os benefícios cada vez menores, pagamos pela realização de recreações desse tipo..., se é pelo custo, volto a ressaltar que o primeiro passo é retornar ao salão de festas as mesas antigas e deixar de pagar aluguel dos móveis a cada realização do baile mensal. Por onde andam as velhas mesas, altamente requintadas, do nosso salão? Outra atitude válida seria a volta dos convites para o evento.
           
Assistência a Militantes apresentou no final do 1º semestre de 2011 o saldo de R$ 3.392 mil, apontando que o ano fechará com gastos maiores do que em 2010, que foi de 5.202.000,00 – o setor de contabilidade do clube não passou o valor total até 31.12.2011, dizendo que só teremos acesso em maio/2012 com a publicação do Balança Geral. Ressaltamos que os números continuam mostrando que a Administração do Clube necessita concentrar mais esforços, priorizando metas de combate às despesas, como o empreguismo e salários generosos de um número elevado de gerentes.

Folha 02


Desperdício de bens naturais. Segue o desperdício no clube. Nada foi feito para contê-lo e continuamos longe das lições do consumo consciente. Ampliar o combate ao desperdício de água e energia elétrica é um dever cívico e deve ser levado com seriedade. O legal é capacitar funcionários e, o próprio sócio, para um consumo responsável. Enfim, são despesas que escorregam para o ralo, gerando mensalidades cada vez mais altas e benefícios aos sócios cada dia menores.

Contas na internet. Mesmo com o Balanço Geral on-line, pedimos que a administração do MTC discrimine no seu site, em tempo real, tudo que arrecada e gasta (receitas, despesas e nomes), colocando o sócio frente a frente com o espelho das contas liquidadas com o seu dinheiro. A publicação detalhada disponibiliza aos associados as condições de fazer comparação de procedimentos e até oferecer produtos e serviços por valores inferiores. Medida que, com certeza, vai conquistar o respeito e a admiração do clube inteiro, além de consolidar o estado de direito democrático.

Um clube de cidadania - O MTC deve ter por meta ser 100% democrático. Distribuir, igualitariamente, sua receita financeira no tripé sobre qual foi fundado: Educação, Cultura e Esportes.  Ter na atividade esportiva um acessório positivo de cidadania é fundamental, não uma predominância. A integração das três atividades na formação do individuo, sobretudo humaniza. E ajuda a formar cidadão para combater a corrupção que é praticada em nosso país de forma vergonhosa, conforme reporta a mídia com insistência.

Mais uma vez reitero que um clube que nasceu sob a influência do Presidente Juscelino Kubitschek, quando Chefe de Gabinete do Governador Benedito Valadares, frequentado pela Presidente Dilma Rousseff na sua mocidade, por governadores e outros políticos mineiros de relevância deve ser uma casa, acima de tudo, compromissada com a política democrática, literalmente.

Sem mais, antecipadamente, agradecemos a atenção dispensada.

Atenciosamente,







WELINGTON ALMEIDA PINTO.





48º

  CONHECIMENTO É TUDO

Prot. 1411-001/BH / 14.11.2012
Correspondência protocolada na sede do MTC e cópia enviada por–email.


Senhor Sérgio Bruno Zech Coelho
Presidente do Minas Tênis Clube

Prezado Senhor
Dois mil e doze termina como um ano em que a realização da ‘Sexta Dançante’,  no Minas I, ficou muito prejudicada. Setembro não teve. Outubro, idem. Uma foi, como acontece, substituída por um evento de Jazz - mesas vendidas. Outra, pelo Show do cantor Sidney Magal - mesas vendidas. Antes, longe desse apparteid, um evento dessa envergadura era promovido, em área aberta, para todos os sócios. Muito mais democrático. Afinal, somos todos os sócios ramos e as folhas de uma mesma árvore.

Dia 23 do mês corrente vai ter ‘Sexta Dançante’ no velho salão do Minas I, conforme anunciado. Esperamos que o baile seja realizado com mesas e cadeiras do próprio clube, como também a volta dos convites para não sócios. Quando eles eram emitidos, o MTC não tinha que gastar com dançarinos profissionais, contratados a peso de ouro, para ajudar a animar o acontecimento, cada vez com a freqüência menor. Com os convites ganha o sócio, ganha o clube com a arrecadação.

VESTIÁRIO MASCULINO – O novo vestiário do prédio recém inaugurado no Minas I, construído em espaço menor do que o antigo, além da falta de ventilação, pé-direito baixo, aponta mais um problema: a água nos boxes dos chuveiros permanece empoçada - caída do piso contrária ao ralo de esgoto – e, consequentemente, contaminada por sujeiras - o que tem provocado infecção, através de fungos, nos dedos dos pés dos usuários.

Para piorar o quadro, os atletas descobriram o nosso vestiário e lotam o local, promovendo a maior algazarra, inclusive colocando tênis sujos sobre o mármore. Não pode, contamina a bancada. Também acho que o clube não deve permitir aos atletas usarem as piscinas, tomando espaço do sócio  – eles entram na água do jeito que saem das quadras, completamente soados. Além do mais, é comum ver alguns deles sentados e os pés colocados sobre as mesas, sem tirar os tênis. Certa vez, tive uma reunião com o Gerente de Esportes, Luiz Eymar Zech Coelho, em que se comprometeu que seus atletas usariam apenas os vestiários do ginásio. Por um tempo, o acordo foi respeitado, agora ruiu de vez levando desconforto aos associados que pagam caríssimo de mensalidade para manter seu conforto no clube

ALERTA - Semana passada, verificamos uma trinca na parede azulejada do mesmo vestiário, setor infantil. Pode ser dilatação, mas pode não ser. O que não é normal numa obra tão recente. Melhor verificar e informar os sócios a razão de tal estrago.

Outro molesto para os sócios é a saída/entrada ao clube pela Rua da Bahia. Pois, sair das piscinas por essa portaria, significa subir um elevador até o 5º andar, descer e tomar outro elevador (ou subir uma escadaria) para chegar ao nível da rua, baldeação que não se justifica. Sem falar que não foram feitas rampas ao lado escadas de acesso ao elevador no piso das piscinas.
Folha. Continuamos alertando para o alto número de gerentes com altos salários, como também do desperdício de bens naturais como água e energia elétrica e o excesso de funcionários – agora, o sócio percebe um pelotão de terceirizados, onerando mais ainda o bolso do minastenista. Discussão que, em 02 de março de 2011, na reunião com a direção financeira do MTC , acordamos que o clube iria estudar uma maneira de desonerar a taxa ordinária, através da receita paralela do clube..., sinopse da pauta no link:

Militantes. Na demonstração do semestre findo em 2012 as despesas com assistência a militantes foi de $ 3.581.000,00 . É muito. Conta que os sócios demonstram interesse em acompanhar a formação desses números, passo a passo.
Contas na internet. Mesmo com o Balanço Geral on-line, continuamos a insistir que o nosso MTC discrimine no seu site, em tempo real, tudo que arrecada e gasta (receitas, despesas e nomes). A publicação detalhada dará ao sócio as condições de fazer comparação de procedimentos e até oferecer produtos e serviços por valores inferiores, beneficiando nosso clube.  Nada seria mais importante nos dias de hoje. Portanto, cabe ao MTC dar esse salto de modernidade e de democracia, favorecendo aos sócios a transparência absoluta nas contas. Medida que, com certeza, vai conquistar o respeito e a admiração do clube inteiro.
Coupon Fiscal. Continuamos aguardando explicações sobre a não emissão de coupon fiscal por prestadores de serviço dentro do clube.
Como também permaneço aguardando explicações sobre o convite negado à minha filha, jornalista na Bahia, para freqüentar o clube por 3 dias no mês de agosto/12, mesmo diante de três correspondências enviadas à Presidência, solicitando esclarecimento.
Um clube de cidadaniaO MTC precisa de ter por meta ser 100% democrático. E distribuir, igualitariamente, sua Receita Financeira no tripé sobre qual foi fundado: Educação, Cultura e Esportes.  Ter na atividade esportiva um acessório positivo de cidadania é fundamental, não uma predominância. A integração das três atividades na formação do individuo educa e humaniza. Ajuda a formar cidadão para combater a corrupção que é praticada de forma corriqueira em nosso país, conforme mostra a mídia com insistência, através de certos políticos, cujo patrimônio aumenta sem justificativas.
Sem mais, antecipadamente, agradecemos,
Atenciosamente




WELINGTON ALMEIDA PINTO. Projeto Leia, Brasil – Marketing Cultural - Rua Leopoldina, 787/202
30330-230 – Belo Horizonte/MG- Brasil – Fones:  3296-8975 - Cel: 8418-2007
www.welingtonpinto.blogspot.com ;  www.aforcadeumsonho.blogspot.com; 
 www.educacaoemfoco.kit.net/artigos  ;  www.numanoiteem68.blogspot.com
www.codigobrasileirodedefesadoconsumidor.blogspot.com  ;  www.condominiolegal.blogspot.com welingtonpinto@gmail.com  ;  welingtonpinto@yahoo.com br  









47º



Prot. 2806-001/BH – 28.06.2012.
Correspondência protocolada na sede do MTC e cópia enviada por e-mail.


Senhor Sérgio Bruno Zech Coelho

Presidente do Minas Tênis Clube

Prezado Senhor,

Voltamos a insistir que o aumento da taxa de condomínio do MTC provoca indignação entre os sócios, diante de despesas que poderiam ser melhor administradas, o que, certamente, desoneraria os gastos com a administração do clube. Continuamos alertando para o alto número de gerentes com altos salários, desperdício de bens naturais e excesso de funcionários. Em 02 de março de 2011, na reunião que fizemos com a direção financeira da entidade ficou acordado que o clube iria estudar uma maneira de desonerar a taxa ordinária através da receita extra do clube..., sinopse da pauta no link:   

É necessário ampliar o combate ao desperdício de água e energia elétrica, conforme ocorre no 5º andar do prédio sede do Minas I.  Por outro lado, no 2º andar do prédio novo, as luzes continuam exageradamente acesas, mesmo com o sol entrando no salão. São despesas que escorregam para o ralo, gerando mensalidades cada vez mais altas e benefícios aos sócios cada dia menores. A conscientização é uma questão de cidadania, pois, em dados oficiais, o consumo de energia elétrica no Brasil já empata com a produção geral do sistema.

Novo prédio. Merece observar que a festa de inauguração com tapete vermelho, em 16 de abril de 2012, para um número restrito de convidados não foi uma realização democrática. Pelo contrário, demonstrou apartheid e descaso com cerca de 70 mil sócios que pagam caro para manter a instituição. Quanto ao novo prédio, feito para tirar boa parte do sol da manhã nas piscinas do Minas I, representa uma ostentação que, inteligentemente, não se sustenta. São muitos os vícios de construção que levam desconforto aos sócios, desde o baixo pé-direito das salas e salões que amplia a falta de ventilação, principalmente, nos vestiários e áreas onde acumulam muito gente exercitando, até a nova saída/entrada ao clube pela Rua da Bahia. Sair das piscinas por essa portaria, significa subir um elevador até o 6 andar, descer e tomar outro elevador (ou subir uma escadaria) para chegar ao nível da rua. Não tem cabimento.

Militantes. Em 2011, O MTC gastou a soma de 6.608 milhões. Conta que os sócios demonstram interesse em acompanhar a formação dos valores, percaptamente. Esperamos que, com a Lei de Acesso à Informação, nº 12527/11, que manda o poder público prestar informações ao cidadão, por analogia, estenda-se a entidades do terceiro setor, mantidas com recursos de associados. Isto é, empresas constituídas por organizações privadas sem fins lucrativos.

Contas na internet. Mesmo com o Balanço Geral da entidade, agora on-line, continuamos a insistir que o nosso MTC discrimine no seu site, em tempo real, tudo que arrecada e gasta (receitas, despesas e nomes). A publicação detalhada dará ao sócio as condições de fazer comparação de procedimentos e até oferecer produtos e serviços por valores inferiores. Medida que, com certeza, vai conquistar o respeito e a admiração do clube inteiro.

Salões de Festa. Pelo que vimos o novo salão de festa, que imaginávamos ser no alto do prédio e não no abafadamente do nível da rua, também não tem mobiliário próprio. Isso sinaliza que, para nossos bailes cadeiras e mesas terão que ser alugadas também (por onde anda o mobiliário, em madeira de lei, feito há mais de meio século do salão de festas?) Para facilitar o cálculo orçamos o preço de mesas e 4 cadeiras empilhável na Industrias Moderna, que sai a 139,52 o conjunto Bistrô (quanto o Minas paga pelo aluguel desse mobiliário?) Diminuindo esse custo e, com a volta de venda de convites para a sexta dançante, podemos até sonhar com bailes semanais.

. Contas na internet. Nada seria mais importante, nos dias de hoje. Cabe ao Minas dar esse salto de modernidade e democracia, favorecendo aos sócios transparência absoluta (arrecadação, despesas gerais e salários) em tempo real.

            Coupon Fiscal. Destacamos o serviço da Lanchonete do Minas II, dia 22 último, durante a Festa Junina, principalmente, porque ela operou com caixa próprio – longe das fichinhas – e de forma cidadã, emitindo Coupon Fiscal a cada compra. Quanto a empresa que explora a lanchonete do Salão de Jogos do Minas I, continua sem emitir o documento. Também é importante a emissão do Coupon Fiscal no estacionamento do clube. Se, por acaso o Minas conseguiu isenção desse imposto, essa atitude de cidadania deve ser exercida, não só por que nossa entidade usufrui de imensa quantidade de recursos em projetos de Renúncia Fiscal, também porque com a emissão desse documento, o controle do dinheiro que entra no Caixa do Clube ganha controle absoluto. Portanto, vale a pena contribuir com a pequena alíquota de imposto aos cofres da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte e dar total garantia ao sócio da arrecadação com as garagens que ele pagou caro para construir e, só usa pagando de novo para estacionar seu veículo.

Um clube de cidadania. O MTC tem que ter por meta ser 100% democrático. E distribuir, igualitariamente, sua Receita Financeira no tripé sobre qual foi fundado: Educação, Cultura e Esportes.  Ter na atividade esportiva um acessório positivo de cidadania é fundamental, não uma predominância. A integração das três atividades na formação do individuo educa e humaniza. E ajuda a formar cidadão para combater a corrupção que é praticada em nosso país, conforme continua mostrando a mídia com insistência, através de certos políticos cujo patrimônio aumenta sem justificativas.

Sem mais, antecipadamente, agradecemos a atenção dispensada.

Atenciosamente,

               WELINGTON ALMEIDA PINTO.




46º
  CONHECIMENTO É TUDO



Prot. 2903-001/BH – 29.03.2012
Correspondência protocolada na sede do MTC e cópia enviada por e-mail.


Senhor Sérgio Bruno Zech Coelho

Presidente do Minas Tênis Clube

Prezado Senhor,

Sem a resposta da correspondência de 17.11.2011, insistimos em saber o real motivo da quebra de contrato Habib’s/MTC. Quanto à responsabilidade fiscal, o que ficou apurado em relação à emissão de Coupon Fiscal? Outro caso com indícios de irregularidades: de 15/03/2011 a 23/03/2012 recebemos da lanchonete do salão de jogos do Minas I (Pomar Comércio de Alimentos Ltda) comprovantes simples de pagamento de produto consumido, em vez do Coupon Fiscal (cópias no anexo) ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo especial para microempresas, conforme manda a SEF em norma específica: anexo VI do RICMS, 43080/2002 – Capítulo II – Seção I e II.

É importante que a administração do MTC verifique as questões que apontamos, porque, se tiver algo errado o melhor é corrigir o problema e nada será afetado na imagem do clube. O Minas é uma entidade ‘cidadã econômica’, que se preza pela retidão com suas obrigações fiscais, caso contrário não usufruiria de Projetos Culturais e Esportivos beneficiados pelo Governo Federal, Estadual e Municipal, através do programa de ‘renúncia fiscal’.

Sexta Dançante – Janeiro teve baile, o que não é comum. Em fevereiro não teve, muito menos o Baile de Carnaval. O hep auer de março, como resgate de velhas sextas dançantes na antiga lanchonete do Minas I, veio mostrar que o minastenista prestigia o evento animado por uma banda de bom nível. Considerando a satisfação dos associados que lotaram o bailinho, a administração deveria oferecer aos mais de 70 mil sócios, pelo menos quatro ‘sextas dançantes’ por mês. Enfim, na taxa ordinária, que é bastante alta e os benefícios cada vez menores, pagamos pela realização de recreações desse tipo..., se é pelo custo, volto a ressaltar que o primeiro passo é retornar ao salão de festas as mesas antigas e deixar de pagar aluguel dos móveis a cada realização do baile mensal. Por onde andam as velhas mesas, altamente requintadas, do nosso salão? Outra atitude válida seria a volta dos convites para o evento.
           
Assistência a Militantes apresentou no final do 1º semestre de 2011 o saldo de R$ 3.392 mil, apontando que o ano fechará com gastos maiores do que em 2010, que foi de 5.202.000,00 – o setor de contabilidade do clube não passou o valor total até 31.12.2011, dizendo que só teremos acesso em maio/2012 com a publicação do Balança Geral. Ressaltamos que os números continuam mostrando que a Administração do Clube necessita concentrar mais esforços, priorizando metas de combate às despesas, como o empreguismo e salários generosos de um número elevado de gerentes.

Folha 02


Desperdício de bens naturais. Segue o desperdício no clube. Nada foi feito para contê-lo e continuamos longe das lições do consumo consciente. Ampliar o combate ao desperdício de água e energia elétrica é um dever cívico e deve ser levado com seriedade. O legal é capacitar funcionários e, o próprio sócio, para um consumo responsável. Enfim, são despesas que escorregam para o ralo, gerando mensalidades cada vez mais altas e benefícios aos sócios cada dia menores.

Contas na internet. Mesmo com o Balanço Geral on-line, pedimos que a administração do MTC discrimine no seu site, em tempo real, tudo que arrecada e gasta (receitas, despesas e nomes), colocando o sócio frente a frente com o espelho das contas liquidadas com o seu dinheiro. A publicação detalhada disponibiliza aos associados as condições de fazer comparação de procedimentos e até oferecer produtos e serviços por valores inferiores. Medida que, com certeza, vai conquistar o respeito e a admiração do clube inteiro, além de consolidar o estado de direito democrático.

Um clube de cidadania - O MTC deve ter por meta ser 100% democrático. Distribuir, igualitariamente, sua receita financeira no tripé sobre qual foi fundado: Educação, Cultura e Esportes.  Ter na atividade esportiva um acessório positivo de cidadania é fundamental, não uma predominância. A integração das três atividades na formação do individuo, sobretudo humaniza. E ajuda a formar cidadão para combater a corrupção que é praticada em nosso país de forma vergonhosa, conforme reporta a mídia com insistência.

Mais uma vez reitero que um clube que nasceu sob a influência do Presidente Juscelino Kubitschek, quando Chefe de Gabinete do Governador Benedito Valadares, frequentado pela Presidente Dilma Rousseff na sua mocidade, por governadores e outros políticos mineiros de relevância deve ser uma casa, acima de tudo, compromissada com a política democrática, literalmente.

Sem mais, antecipadamente, agradecemos a atenção dispensada.

Atenciosamente,







WELINGTON ALMEIDA PINTO.




48º

  CONHECIMENTO É TUDO

Prot. 1411-001/BH / 14.11.2012
Correspondência protocolada na sede do MTC e cópia enviada por–email.


Senhor Sérgio Bruno Zech Coelho
Presidente do Minas Tênis Clube

Prezado Senhor
Dois mil e doze termina como um ano em que a realização da ‘Sexta Dançante’,  no Minas I, ficou muito prejudicada. Setembro não teve. Outubro, idem. Uma foi, como acontece, substituída por um evento de Jazz - mesas vendidas. Outra, pelo Show do cantor Sidney Magal - mesas vendidas. Antes, longe desse apparteid, um evento dessa envergadura era promovido, em área aberta, para todos os sócios. Muito mais democrático. Afinal, somos todos os sócios ramos e as folhas de uma mesma árvore.

Dia 23 do mês corrente vai ter ‘Sexta Dançante’ no velho salão do Minas I, conforme anunciado. Esperamos que o baile seja realizado com mesas e cadeiras do próprio clube, como também a volta dos convites para não sócios. Quando eles eram emitidos, o MTC não tinha que gastar com dançarinos profissionais, contratados a peso de ouro, para ajudar a animar o acontecimento, cada vez com a freqüência menor. Com os convites ganha o sócio, ganha o clube com a arrecadação.

VESTIÁRIO MASCULINO – O novo vestiário do prédio recém inaugurado no Minas I, construído em espaço menor do que o antigo, além da falta de ventilação, pé-direito baixo, aponta mais um problema: a água nos boxes dos chuveiros permanece empoçada - caída do piso contrária ao ralo de esgoto – e, consequentemente, contaminada por sujeiras - o que tem provocado infecção, através de fungos, nos dedos dos pés dos usuários.

Para piorar o quadro, os atletas descobriram o nosso vestiário e lotam o local, promovendo a maior algazarra, inclusive colocando tênis sujos sobre o mármore. Não pode, contamina a bancada. Também acho que o clube não deve permitir aos atletas usarem as piscinas, tomando espaço do sócio  – eles entram na água do jeito que saem das quadras, completamente soados. Além do mais, é comum ver alguns deles sentados e os pés colocados sobre as mesas, sem tirar os tênis. Certa vez, tive uma reunião com o Gerente de Esportes, Luiz Eymar Zech Coelho, em que se comprometeu que seus atletas usariam apenas os vestiários do ginásio. Por um tempo, o acordo foi respeitado, agora ruiu de vez levando desconforto aos associados que pagam caríssimo de mensalidade para manter seu conforto no clube

ALERTA - Semana passada, verificamos uma trinca na parede azulejada do mesmo vestiário, setor infantil. Pode ser dilatação, mas pode não ser. O que não é normal numa obra tão recente. Melhor verificar e informar os sócios a razão de tal estrago.

Outro molesto para os sócios é a saída/entrada ao clube pela Rua da Bahia. Pois, sair das piscinas por essa portaria, significa subir um elevador até o 5º andar, descer e tomar outro elevador (ou subir uma escadaria) para chegar ao nível da rua, baldeação que não se justifica. Sem falar que não foram feitas rampas ao lado escadas de acesso ao elevador no piso das piscinas.
Folha. Continuamos alertando para o alto número de gerentes com altos salários, como também do desperdício de bens naturais como água e energia elétrica e o excesso de funcionários – agora, o sócio percebe um pelotão de terceirizados, onerando mais ainda o bolso do minastenista. Discussão que, em 02 de março de 2011, na reunião com a direção financeira do MTC , acordamos que o clube iria estudar uma maneira de desonerar a taxa ordinária, através da receita paralela do clube..., sinopse da pauta no link:

Militantes. Na demonstração do semestre findo em 2012 as despesas com assistência a militantes foi de $ 3.581.000,00 . É muito. Conta que os sócios demonstram interesse em acompanhar a formação desses números, passo a passo.
Contas na internet. Mesmo com o Balanço Geral on-line, continuamos a insistir que o nosso MTC discrimine no seu site, em tempo real, tudo que arrecada e gasta (receitas, despesas e nomes). A publicação detalhada dará ao sócio as condições de fazer comparação de procedimentos e até oferecer produtos e serviços por valores inferiores, beneficiando nosso clube.  Nada seria mais importante nos dias de hoje. Portanto, cabe ao MTC dar esse salto de modernidade e de democracia, favorecendo aos sócios a transparência absoluta nas contas. Medida que, com certeza, vai conquistar o respeito e a admiração do clube inteiro.
Coupon Fiscal. Continuamos aguardando explicações sobre a não emissão de coupon fiscal por prestadores de serviço dentro do clube.
Como também permaneço aguardando explicações sobre o convite negado à minha filha, jornalista na Bahia, para freqüentar o clube por 3 dias no mês de agosto/12, mesmo diante de três correspondências enviadas à Presidência, solicitando esclarecimento.
Um clube de cidadaniaO MTC precisa de ter por meta ser 100% democrático. E distribuir, igualitariamente, sua Receita Financeira no tripé sobre qual foi fundado: Educação, Cultura e Esportes.  Ter na atividade esportiva um acessório positivo de cidadania é fundamental, não uma predominância. A integração das três atividades na formação do individuo educa e humaniza. Ajuda a formar cidadão para combater a corrupção que é praticada de forma corriqueira em nosso país, conforme mostra a mídia com insistência, através de certos políticos, cujo patrimônio aumenta sem justificativas.
Sem mais, antecipadamente, agradecemos,
Atenciosamente




WELINGTON ALMEIDA PINTO. Projeto Leia, Brasil – Marketing Cultural - Rua Leopoldina, 787/202
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47º



Prot. 2806-001/BH – 28.06.2012.
Correspondência protocolada na sede do MTC e cópia enviada por e-mail.


Senhor Sérgio Bruno Zech Coelho

Presidente do Minas Tênis Clube

Prezado Senhor,

Voltamos a insistir que o aumento da taxa de condomínio do MTC provoca indignação entre os sócios, diante de despesas que poderiam ser melhor administradas, o que, certamente, desoneraria os gastos com a administração do clube. Continuamos alertando para o alto número de gerentes com altos salários, desperdício de bens naturais e excesso de funcionários. Em 02 de março de 2011, na reunião que fizemos com a direção financeira da entidade ficou acordado que o clube iria estudar uma maneira de desonerar a taxa ordinária através da receita extra do clube..., sinopse da pauta no link:   

É necessário ampliar o combate ao desperdício de água e energia elétrica, conforme ocorre no 5º andar do prédio sede do Minas I.  Por outro lado, no 2º andar do prédio novo, as luzes continuam exageradamente acesas, mesmo com o sol entrando no salão. São despesas que escorregam para o ralo, gerando mensalidades cada vez mais altas e benefícios aos sócios cada dia menores. A conscientização é uma questão de cidadania, pois, em dados oficiais, o consumo de energia elétrica no Brasil já empata com a produção geral do sistema.

Novo prédio. Merece observar que a festa de inauguração com tapete vermelho, em 16 de abril de 2012, para um número restrito de convidados não foi uma realização democrática. Pelo contrário, demonstrou apartheid e descaso com cerca de 70 mil sócios que pagam caro para manter a instituição. Quanto ao novo prédio, feito para tirar boa parte do sol da manhã nas piscinas do Minas I, representa uma ostentação que, inteligentemente, não se sustenta. São muitos os vícios de construção que levam desconforto aos sócios, desde o baixo pé-direito das salas e salões que amplia a falta de ventilação, principalmente, nos vestiários e áreas onde acumulam muito gente exercitando, até a nova saída/entrada ao clube pela Rua da Bahia. Sair das piscinas por essa portaria, significa subir um elevador até o 6 andar, descer e tomar outro elevador (ou subir uma escadaria) para chegar ao nível da rua. Não tem cabimento.

Militantes. Em 2011, O MTC gastou a soma de 6.608 milhões. Conta que os sócios demonstram interesse em acompanhar a formação dos valores, percaptamente. Esperamos que, com a Lei de Acesso à Informação, nº 12527/11, que manda o poder público prestar informações ao cidadão, por analogia, estenda-se a entidades do terceiro setor, mantidas com recursos de associados. Isto é, empresas constituídas por organizações privadas sem fins lucrativos.

Contas na internet. Mesmo com o Balanço Geral da entidade, agora on-line, continuamos a insistir que o nosso MTC discrimine no seu site, em tempo real, tudo que arrecada e gasta (receitas, despesas e nomes). A publicação detalhada dará ao sócio as condições de fazer comparação de procedimentos e até oferecer produtos e serviços por valores inferiores. Medida que, com certeza, vai conquistar o respeito e a admiração do clube inteiro.

Salões de Festa. Pelo que vimos o novo salão de festa, que imaginávamos ser no alto do prédio e não no abafadamente do nível da rua, também não tem mobiliário próprio. Isso sinaliza que, para nossos bailes cadeiras e mesas terão que ser alugadas também (por onde anda o mobiliário, em madeira de lei, feito há mais de meio século do salão de festas?) Para facilitar o cálculo orçamos o preço de mesas e 4 cadeiras empilhável na Industrias Moderna, que sai a 139,52 o conjunto Bistrô (quanto o Minas paga pelo aluguel desse mobiliário?) Diminuindo esse custo e, com a volta de venda de convites para a sexta dançante, podemos até sonhar com bailes semanais.

. Contas na internet. Nada seria mais importante, nos dias de hoje. Cabe ao Minas dar esse salto de modernidade e democracia, favorecendo aos sócios transparência absoluta (arrecadação, despesas gerais e salários) em tempo real.

            Coupon Fiscal. Destacamos o serviço da Lanchonete do Minas II, dia 22 último, durante a Festa Junina, principalmente, porque ela operou com caixa próprio – longe das fichinhas – e de forma cidadã, emitindo Coupon Fiscal a cada compra. Quanto a empresa que explora a lanchonete do Salão de Jogos do Minas I, continua sem emitir o documento. Também é importante a emissão do Coupon Fiscal no estacionamento do clube. Se, por acaso o Minas conseguiu isenção desse imposto, essa atitude de cidadania deve ser exercida, não só por que nossa entidade usufrui de imensa quantidade de recursos em projetos de Renúncia Fiscal, também porque com a emissão desse documento, o controle do dinheiro que entra no Caixa do Clube ganha controle absoluto. Portanto, vale a pena contribuir com a pequena alíquota de imposto aos cofres da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte e dar total garantia ao sócio da arrecadação com as garagens que ele pagou caro para construir e, só usa pagando de novo para estacionar seu veículo.

Um clube de cidadania. O MTC tem que ter por meta ser 100% democrático. E distribuir, igualitariamente, sua Receita Financeira no tripé sobre qual foi fundado: Educação, Cultura e Esportes.  Ter na atividade esportiva um acessório positivo de cidadania é fundamental, não uma predominância. A integração das três atividades na formação do individuo educa e humaniza. E ajuda a formar cidadão para combater a corrupção que é praticada em nosso país, conforme continua mostrando a mídia com insistência, através de certos políticos cujo patrimônio aumenta sem justificativas.

Sem mais, antecipadamente, agradecemos a atenção dispensada.

Atenciosamente,

               WELINGTON ALMEIDA PINTO.




46º
  CONHECIMENTO É TUDO



Prot. 2903-001/BH – 29.03.2012
Correspondência protocolada na sede do MTC e cópia enviada por e-mail.


Senhor Sérgio Bruno Zech Coelho

Presidente do Minas Tênis Clube

Prezado Senhor,

Sem a resposta da correspondência de 17.11.2011, insistimos em saber o real motivo da quebra de contrato Habib’s/MTC. Quanto à responsabilidade fiscal, o que ficou apurado em relação à emissão de Coupon Fiscal? Outro caso com indícios de irregularidades: de 15/03/2011 a 23/03/2012 recebemos da lanchonete do salão de jogos do Minas I (Pomar Comércio de Alimentos Ltda) comprovantes simples de pagamento de produto consumido, em vez do Coupon Fiscal (cópias no anexo) ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo especial para microempresas, conforme manda a SEF em norma específica: anexo VI do RICMS, 43080/2002 – Capítulo II – Seção I e II.

É importante que a administração do MTC verifique as questões que apontamos, porque, se tiver algo errado o melhor é corrigir o problema e nada será afetado na imagem do clube. O Minas é uma entidade ‘cidadã econômica’, que se preza pela retidão com suas obrigações fiscais, caso contrário não usufruiria de Projetos Culturais e Esportivos beneficiados pelo Governo Federal, Estadual e Municipal, através do programa de ‘renúncia fiscal’.

Sexta Dançante – Janeiro teve baile, o que não é comum. Em fevereiro não teve, muito menos o Baile de Carnaval. O hep auer de março, como resgate de velhas sextas dançantes na antiga lanchonete do Minas I, veio mostrar que o minastenista prestigia o evento animado por uma banda de bom nível. Considerando a satisfação dos associados que lotaram o bailinho, a administração deveria oferecer aos mais de 70 mil sócios, pelo menos quatro ‘sextas dançantes’ por mês. Enfim, na taxa ordinária, que é bastante alta e os benefícios cada vez menores, pagamos pela realização de recreações desse tipo..., se é pelo custo, volto a ressaltar que o primeiro passo é retornar ao salão de festas as mesas antigas e deixar de pagar aluguel dos móveis a cada realização do baile mensal. Por onde andam as velhas mesas, altamente requintadas, do nosso salão? Outra atitude válida seria a volta dos convites para o evento.
           
Assistência a Militantes apresentou no final do 1º semestre de 2011 o saldo de R$ 3.392 mil, apontando que o ano fechará com gastos maiores do que em 2010, que foi de 5.202.000,00 – o setor de contabilidade do clube não passou o valor total até 31.12.2011, dizendo que só teremos acesso em maio/2012 com a publicação do Balança Geral. Ressaltamos que os números continuam mostrando que a Administração do Clube necessita concentrar mais esforços, priorizando metas de combate às despesas, como o empreguismo e salários generosos de um número elevado de gerentes.

Folha 02


Desperdício de bens naturais. Segue o desperdício no clube. Nada foi feito para contê-lo e continuamos longe das lições do consumo consciente. Ampliar o combate ao desperdício de água e energia elétrica é um dever cívico e deve ser levado com seriedade. O legal é capacitar funcionários e, o próprio sócio, para um consumo responsável. Enfim, são despesas que escorregam para o ralo, gerando mensalidades cada vez mais altas e benefícios aos sócios cada dia menores.

Contas na internet. Mesmo com o Balanço Geral on-line, pedimos que a administração do MTC discrimine no seu site, em tempo real, tudo que arrecada e gasta (receitas, despesas e nomes), colocando o sócio frente a frente com o espelho das contas liquidadas com o seu dinheiro. A publicação detalhada disponibiliza aos associados as condições de fazer comparação de procedimentos e até oferecer produtos e serviços por valores inferiores. Medida que, com certeza, vai conquistar o respeito e a admiração do clube inteiro, além de consolidar o estado de direito democrático.

Um clube de cidadania - O MTC deve ter por meta ser 100% democrático. Distribuir, igualitariamente, sua receita financeira no tripé sobre qual foi fundado: Educação, Cultura e Esportes.  Ter na atividade esportiva um acessório positivo de cidadania é fundamental, não uma predominância. A integração das três atividades na formação do individuo, sobretudo humaniza. E ajuda a formar cidadão para combater a corrupção que é praticada em nosso país de forma vergonhosa, conforme reporta a mídia com insistência.

Mais uma vez reitero que um clube que nasceu sob a influência do Presidente Juscelino Kubitschek, quando Chefe de Gabinete do Governador Benedito Valadares, frequentado pela Presidente Dilma Rousseff na sua mocidade, por governadores e outros políticos mineiros de relevância deve ser uma casa, acima de tudo, compromissada com a política democrática, literalmente.

Sem mais, antecipadamente, agradecemos a atenção dispensada.

Atenciosamente,







WELINGTON ALMEIDA PINTO.