Quem não lê, mal fala, mal ouve, mal vê. Monteiro Lobato.
Prot . 2903-001/BH – 29.03.2008
Senhor Sérgio Bruno Zech Coelho
Presidente do Minas Tênis Clube
Prezado Senhor,
No início da noite de sexta-feira, dia 28 de março, quando chegamos ao Minas para nossa leitura habitual e se confraternizar com os colegas que fazem do ler um exercício para o crescimento humano, fomos surpreendidos pela retirada da divisória que separa a sala de leitura do clube com a sala de jogos de baralho, exclusiva para os sócios fumantes. Pior, num profundo desrespeito ao próprio ambiente da leitura, os jornais se encontravam em tumultuada desordem, com seus cadernos esparramados e soltos sobre a mesa; hábito natural de quem folheia jornal só por folhear.
Indignamos com a falta de sensibilidade de um ato dessa natureza numa entidade sócio-recreativa que tem por meta apoiar e difundir a democracia e o respeito entre seus associados. Portanto, consideramos uma atitude antidemocrática que, previamente, poderia ter sido colocada entre as duas partes de sócios interessados, evitando o clima de constrangimento que passou a imperar no novo ambiente - o indivíduo que lê está sempre aberto aos outros, postula diálogo.
É bom não esquecer que a legislação anti-fumo vigente no país mantém restrições em ambientes fechados. E para a prática recreativa do jogo de cartas existem mesas suficientes no quinto andar do prédio da sede.
Acrescentamos também que a sala de leitura foi restabelecida depois de uma árdua batalha de reivindicações, inclusive com o resgate da especial mesa no local. Ler exige entrega. Portando, solicitamos a volta da divisória para que o prazer da leitura, sem a falação ruidosa que provoca qualquer jogo em mesa ou campo, retorne aos sócios leitores.
No campo cultural, talvez o melhor exemplo dessa atitude esteja na desvalorização da leitura, mesmo de jornais e revistas, lembrando que continuamos privados de uma boa biblioteca nas dependências do Minas Tênis Clube; um universo com cerca de 70 mil sócios.
Em tempo, pedimos a volta da publicação na “Revista do Minas” do Balancete Patrimonial do mês.
Atenciosamente
WELINGTON ALMEIDA PINTO. Projeto Leia, Brasil – Marketing Cultural - Rua Leopoldina, 787/202
Cep 30330-230 – Belo Horizonte/MG- Brasil – Fones: 3296-8975 Cel: 8418-2007 - E-mail: welingtonpinto@yahoo.com br - Homes: www.welingtonpinto.blogspot.com ; www..paidaaviacao.blogspot.com ; www..educacaoemfoco.kit.net/artigos - www..ieditora.com.br ; www.condominiopredial.blogspot. com; www..codigodoconsumidor.blogspot.com ; www.legislacaobrasileira.kit.net –
REPOSTA POR E-MAIL
Prezado Welington,
Primeiramente gostaríamos de agradecer sua correspondência com observações que muito nos ajudam a conduzir os destinos de nosso Clube.
Você tem razão quanto à retirada da divisória do setor de carteado com a sala de leitura do Minas I. Foi uma atitude precipitada de nossa área operacional que para atender às necessidades do aumento da demanda do carteado não levou em consideração aos leitores assíduos da sala contígua.
Orientamos e já executamos a recolocação da divisória com todos os equipamentos da sala.
Quanto à publicação do Balancete Patrimonial na Revista do Minas, é praxe e obrigatória a sua inserção. O que aconteceu na edição passada é que estávamos com a auditoria externa fazendo o fechamento oficial de 2007 e não pudemos publica-lo.
Atenciosamente,
José Osvaldo de Azevedo Campello
Minas Tênis Clube
Superintendente Geral
jose.osvaldo@minastc.com.br
(31) 3516-2005 (31) 3516-2004
domingo, 2 de março de 2008
* EMPRÉSTIMO PARA TÉRMINO DAS OBRAS
Prot .1005-001/BH – 19 de agosto de 2006
Correspondência enviada via fax e cópia pelos correios.
Senhor Kouros Monadjemi
DD Presidente do Minas Tênis Clube
A convocação de Assembléia Extraordinária do Conselho do Minas, marcada para 21 próximo, apregoada nas dependências do clube, mostra na pauta uma questão que vem trazendo inquietação entre os sócios: aprovação de um empréstimo de 2 milhões de reais para aplicar nas recentes obras de construção - estranhamos a chamada sem a assinatura do presidente do Conselho, Dr. Paulo Eduardo Almeida de Mello.
Empréstimo desnecessário. A qualquer sócio que perguntar, ele vai dizer que basta combater o desperdício que vai sobrar muito dinheiro. O Minas tem administrado mal seus recursos, a começar pelo grupo de gerentes, cerca de 20 ganhando uma fortuna, mais um Superintendente Geral, cujo cargo ninguém sabe bem para que serve, que gastou um bom dinheiro (fiz 3 cartas a ele perguntando o valor, sem respostas) para confeccionar e enviar o volante/carta aos cotistas, postado dia 01 de março de 2006, alertando sobre a utilização indevida da carteira de sócio por terceiros, matéria já publicada com destaque na Revista do clube.
No item desperdício de bens naturais como água, luz e energia outro absurdo. Muito dinheiro jogado fora e evidente desrespeito à Natureza. Há um mês atrás, percebi num dos banheiros do Minas Country que o registro de um dos mictórios estava estragado, deixando vazar muita água. Reclamei. Quinze dias depois voltei e o registro continuava sem conserto. Reclamei de novo. Domingo último, deparei com a mesma situação de descaso. Revoltado, pedi a presença do encarregado de manutenção, mas ele estava de folga. Perguntei por outra pessoa capaz de resolver o problema, porque eu estava decidido a não deixar o clube sem ver o problema resolvido. Uma hora depois, surgiu um bombeiro que consertou o registro em pouco mais de dois minuto. Energia: com a separação da sala de leitura no quinto andar do Minas I, esqueceram de dividir as tomadas de luz entre as salas. Reclamei várias vezes por um longo tempo sem sucesso. O problema só foi resolvido quando procurei um eletricista do clube para resolver a questão. Coisinhas simples, mas que fazem a diferença e nos apontam que o descontrole pode ter dimensões maiores em outras esferas da administração.
Em cartas anteriores e encontro com V. Sa. sempre critiquei a gestão administrativa do Clube, alertando pelos gastos excessivos e oferecendo soluções para diminuir o custo Minas, exatamente para não sermos surpreendidos com um pedido dessa natureza: dinheiro de Bancos para concluir, em tempo previsto, uma obra não absolutamente necessária e que está transformando nossa área de lazer, que antes era um “oásis” numa selva de pedra em uma pequena clareira nesta mesma selva de cimento armado.
Atenciosamente,
WELINGTON ALMEIDA PINTO/Escritor. Projeto Leia, Brasil – Rua Leopoldina, 836/303
Cep 30330-230 – Belo Horizonte/MG- Brasil – Fone: 3082-2226 – 8418-2007 - E-mail: welingtonpinto@yahoo.com br - Homes: www.welingtonpinto.blogspot.com ; www..paidaaviacao.blogspot.com ; www..educacaoemfoco.kit.net/artigos - www..ieditora.com.br ; www.condominiopredial.blogspot. com; www..codigodoconsumidor.blogspot.com ; www.legislacaobrasileira.kit.net - www.poemar.com/WelingtonAlmeidaPintoPintura.htm
Correspondência enviada via fax e cópia pelos correios.
Senhor Kouros Monadjemi
DD Presidente do Minas Tênis Clube
A convocação de Assembléia Extraordinária do Conselho do Minas, marcada para 21 próximo, apregoada nas dependências do clube, mostra na pauta uma questão que vem trazendo inquietação entre os sócios: aprovação de um empréstimo de 2 milhões de reais para aplicar nas recentes obras de construção - estranhamos a chamada sem a assinatura do presidente do Conselho, Dr. Paulo Eduardo Almeida de Mello.
Empréstimo desnecessário. A qualquer sócio que perguntar, ele vai dizer que basta combater o desperdício que vai sobrar muito dinheiro. O Minas tem administrado mal seus recursos, a começar pelo grupo de gerentes, cerca de 20 ganhando uma fortuna, mais um Superintendente Geral, cujo cargo ninguém sabe bem para que serve, que gastou um bom dinheiro (fiz 3 cartas a ele perguntando o valor, sem respostas) para confeccionar e enviar o volante/carta aos cotistas, postado dia 01 de março de 2006, alertando sobre a utilização indevida da carteira de sócio por terceiros, matéria já publicada com destaque na Revista do clube.
No item desperdício de bens naturais como água, luz e energia outro absurdo. Muito dinheiro jogado fora e evidente desrespeito à Natureza. Há um mês atrás, percebi num dos banheiros do Minas Country que o registro de um dos mictórios estava estragado, deixando vazar muita água. Reclamei. Quinze dias depois voltei e o registro continuava sem conserto. Reclamei de novo. Domingo último, deparei com a mesma situação de descaso. Revoltado, pedi a presença do encarregado de manutenção, mas ele estava de folga. Perguntei por outra pessoa capaz de resolver o problema, porque eu estava decidido a não deixar o clube sem ver o problema resolvido. Uma hora depois, surgiu um bombeiro que consertou o registro em pouco mais de dois minuto. Energia: com a separação da sala de leitura no quinto andar do Minas I, esqueceram de dividir as tomadas de luz entre as salas. Reclamei várias vezes por um longo tempo sem sucesso. O problema só foi resolvido quando procurei um eletricista do clube para resolver a questão. Coisinhas simples, mas que fazem a diferença e nos apontam que o descontrole pode ter dimensões maiores em outras esferas da administração.
Em cartas anteriores e encontro com V. Sa. sempre critiquei a gestão administrativa do Clube, alertando pelos gastos excessivos e oferecendo soluções para diminuir o custo Minas, exatamente para não sermos surpreendidos com um pedido dessa natureza: dinheiro de Bancos para concluir, em tempo previsto, uma obra não absolutamente necessária e que está transformando nossa área de lazer, que antes era um “oásis” numa selva de pedra em uma pequena clareira nesta mesma selva de cimento armado.
Atenciosamente,
WELINGTON ALMEIDA PINTO/Escritor. Projeto Leia, Brasil – Rua Leopoldina, 836/303
Cep 30330-230 – Belo Horizonte/MG- Brasil – Fone: 3082-2226 – 8418-2007 - E-mail: welingtonpinto@yahoo.com br - Homes: www.welingtonpinto.blogspot.com ; www..paidaaviacao.blogspot.com ; www..educacaoemfoco.kit.net/artigos - www..ieditora.com.br ; www.condominiopredial.blogspot. com; www..codigodoconsumidor.blogspot.com ; www.legislacaobrasileira.kit.net - www.poemar.com/WelingtonAlmeidaPintoPintura.htm
* AUMENTO DA TAXA ORDINÁRIA
Prot .2304-001/BH – 23 de abril de 2007
Dia do Livro. O homem vale pelo que pensa, pensa pelo que sabe, sabe que pelo que lê - Paulo Freire
Senhor Kouros Monadjemi
DD Presidente do Minas Tênis Clube
Protestamos contra o aumento da taxa ordinária de condomínio, que já é muita alta. Achamos que a Administração do Clube deveria analisar e atuar com rigor nos cortes de despesas de manutenção da entidade; combater o desperdício, o empreguismo e até capacitar funcionários para usar com eficiência bens naturais como água e energia elétrica – é bom saber que, no Brasil, cada um real de economia representa vinte reais no investimento para gerar nova energia, dados da CEMIG.
O Minas gasta-se muito com o esporte competitivo. Estimamos que boa parte da mensalidade paga por cerca de 70 mil associados é para financiar atividades esportivas, que não geram nenhum benefício à imensa maioria dos sócios. Pelo contrário, os Atletas do Minas também competem com os associados no espaço de sol, cada vez mais escasso, em torno das piscinas do Minas I.
No mês de setembro de 2006, o Minas gastou com militantes R$ 2.737.000,00 de acordo com o Balanço Patrimonial publicado na Revista do Minas; em outubro/06: 3.043.000,00; em novembro/06: 3.360.000,00. A partir de dezembro não houve mais divulgação do balancete. Gostaria de receber uma cópia do Balanço Patrimonial desse período, esperando a retomada da publicação no próximo número da revista.
Quanto à obra entregue, neste final de semana, com muita festa, sentimos a falta do vestiário com chuveiros nas áreas das piscinas cobertas. Erro de planejamento? Assim, o conforto que ganhamos em dias frios ou chuvosos, vamos perder na longa caminhada, sob frio ou precipitação, até os antigos vestiários que há muito andam em péssimas condições de uso, principalmente se comparados aos vestiários dos atletas.
Sem mais, contamos com o empenho de Vossa Senhoria em lutar, cada vez mais, por um Minas melhor para os associados, especialmente no resgate e criação de atividades sócio-culturais que comunguem com o interesse de todos os minastenistas.
Atenciosamente,
WELINGTON ALMEIDA PINTO
Dia do Livro. O homem vale pelo que pensa, pensa pelo que sabe, sabe que pelo que lê - Paulo Freire
Senhor Kouros Monadjemi
DD Presidente do Minas Tênis Clube
Protestamos contra o aumento da taxa ordinária de condomínio, que já é muita alta. Achamos que a Administração do Clube deveria analisar e atuar com rigor nos cortes de despesas de manutenção da entidade; combater o desperdício, o empreguismo e até capacitar funcionários para usar com eficiência bens naturais como água e energia elétrica – é bom saber que, no Brasil, cada um real de economia representa vinte reais no investimento para gerar nova energia, dados da CEMIG.
O Minas gasta-se muito com o esporte competitivo. Estimamos que boa parte da mensalidade paga por cerca de 70 mil associados é para financiar atividades esportivas, que não geram nenhum benefício à imensa maioria dos sócios. Pelo contrário, os Atletas do Minas também competem com os associados no espaço de sol, cada vez mais escasso, em torno das piscinas do Minas I.
No mês de setembro de 2006, o Minas gastou com militantes R$ 2.737.000,00 de acordo com o Balanço Patrimonial publicado na Revista do Minas; em outubro/06: 3.043.000,00; em novembro/06: 3.360.000,00. A partir de dezembro não houve mais divulgação do balancete. Gostaria de receber uma cópia do Balanço Patrimonial desse período, esperando a retomada da publicação no próximo número da revista.
Quanto à obra entregue, neste final de semana, com muita festa, sentimos a falta do vestiário com chuveiros nas áreas das piscinas cobertas. Erro de planejamento? Assim, o conforto que ganhamos em dias frios ou chuvosos, vamos perder na longa caminhada, sob frio ou precipitação, até os antigos vestiários que há muito andam em péssimas condições de uso, principalmente se comparados aos vestiários dos atletas.
Sem mais, contamos com o empenho de Vossa Senhoria em lutar, cada vez mais, por um Minas melhor para os associados, especialmente no resgate e criação de atividades sócio-culturais que comunguem com o interesse de todos os minastenistas.
Atenciosamente,
WELINGTON ALMEIDA PINTO
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