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SEM RESPOSTA
(031)
Prot. 0506-001/BH – 05.06.2009.
31º OFICIO/´PRESIDENTE-AUMENTO-JUNHO DE 2009
Senhor Sérgio Bruno Zech Coelho
Presidente do Minas Tênis Clube
Prezado Senhor,
O aumento da taxa de condomínio do MTC continua provocando indignação no meio dos sócios; entendemos que a administração precisa de concentrar seus esforços priorizando metas como combater o empreguismo, os salários generosos, os altos gastos com militantes (esportes) e, sobretudo, com o desperdício de água e energia elétrica. Lembramos que o desperdício de eletricidade continua no 5º andar do prédio sede, mesmo com o compromisso da Superintendia de resolver, há mais de um ano, entre outros, esse descaso: “Caro Welington - Nós, como prestadores de serviços, procuramos atender o máximo possível às solicitações dos associados/Quanto às lâmpadas do 5º andar solicitei à Gerência de Manutenção fazer a verificação... /Atenciosamente,/José Osvaldo”.
Todos nós sabemos que a pré-condição para um consumo correto em qualquer instituição é assegurar as metas de redução de gasto de água e de energia elétrica atreladas às metas ambientais que o mundo exige, caso contrário, você paga a energia que consome e a que joga fora, conforme alerta a Cemig, diariamente, pela mídia. Portanto, investir em um novo projeto de iluminação nas instalações do MTC, elaborado por um especialista competente, poderá registrar redução expressiva na utilização desses bens naturais.
Tão infeliz como escrever clube sem “e”, foi não levar adiante a implantação das catracas eletrônicas para leitura de impressão digital do sócio ao entrar nas dependências do clube. Por que não deu certo? Quanto já foi gasto nesse projeto? Está ou não descartado?
Na oportunidade, sugerimos que o nosso MTC tenha todas as suas contas, receitas e despesas, disponibilizadas na Internet, isto é, publicadas em tempo real no site: www.minastenisclube.com.br a exemplo de esferas governamentais que veem adotando a política de transparência total desde o ano passado, recordando que a história da “comunidade minastenista” começou a existir dentro de um gabinete político, atendendo a expressa vontade do Governador Benedito Valadares, isso é, bem antes de 25 de novembro de 1935, data da reunião/assembléia na sede do Automóvel Clube em que foi assinada a ata de fundação do Minas Tênis Clube a ser construído em área cedida pela Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, politicamente, acordado com o Prefeito Otacílio Negrão de Lima.
Atenciosamente
WELINGTON ALMEIDA PINTO.