Belo Horizonte, 13.11.2006
* 5ª correspondência sem resposta do conteúdo, a última em 23.10.2006 protocolada no Clube.
Senhor José Osvaldo de Azevedo Campello
Superintendente Geral do Minas Tênis Clube
Em resposta ao e-mail de V. Sa. de 24 último, volto a insistir como sócio do Clube que paga rigorosamente em dia as mensalidades: quero saber quanto, em reais, o Minas Tênis gastou para confeccionar e enviar o volante/carta a todos os cotistas do clube, cerca de 23 mil, postado dia 01 de março de 2006, alertando sobre a utilização indevida da carteira de sócio por terceiros.
A atual administração tem se afastado cada dia mais do espírito condominial, onde os custos e os benefícios são as marcas para selar o bom entendimento numa sociedade comunitária ligada ao lazer e à cultura.
Cadê as balanças? - envie proposta à CVC Turismo para patrocínio. Cadê o interesse do Clube em restaurar as festivas sextas dançantes semanais no Minas I? - o Makenzie promove quatro por mês; o PIC/CIDADE também, sem cobrar acesso ou consumação de quem não é sócio - nos dois clubes a freqüência de minastenistas é grande. Cadê os estudos de OM para diminuir o CUSTO MINAS, cada dia pesando mais em nossos bolsos? – está tão caro freqüentar o Minas que o preço das cotas despencou-se.
Lembramos ao Superintendente Geral que já sugerimos à Presidência do Minas Tenis Clube medidas para baixar o custo de manutenção do Clube. Entre elas, a capacitação de funcionários para combater o desperdício e uma campanha instruindo associados; a criação de uma carteira opcional aos sócios dependentes para pagar por presença nas dependências do clube; a construção de um reservatório subterrâneo na alameda entre a piscina olímpica e a sede social para armazenar água pluvial para ser usada nos banheiros e limpeza dos pisos; tudo por queda natural e sem hidrômetro da COPASA.
Ainda: melhor aproveitamento dos raios solares para gerar luz e energia, corrigindo dois graves erros no interior do Ginásio: iluminação e ar, ambos gerados por meios artificiais. Também nesta unidade foram instalados elevadores incapazes de descer uma maca (agora, todos funcionando sem escalas). Mais: diminuir gastos com esporte profissional e incentivar mais lazer e cultura no interior do clube - estimamos que essa modalidade esportiva, mesmo com patrocínio, gasta mais de 50% da taxa ordinária paga pelos associados, para beneficiar minoria absoluta dos cotistas - é bom saber que a posição do Brasil no IDH/OMC, dados recentes, é vergonhosa - se esporte profissional fosse bom para nosso país, a Nação seria outra.
Conhecemos clubes sócio-recreativos tão bons como o Minas Tenis em Uberaba, Uberlândia, Passos ou mais perto: Ipatinga, oferecendo tudo aos associados, sem cobrar mais, com mensalidades inferiores a 100 reais e direito a convites para parentes e amigos - adianta pouco um “funcionário do clube à disposição dos nossos associados, no mínimo, 12 horas por dia” (CLT... ?) se nosso dinheiro continua evaporando-se no desperdiço, principalmente, dos bens naturais como água, energia elétrica, empreguismo, etc.
Sem mais, contamos com o empenho de Vossa Senhoria.
Atenciosamente,
WELINGTON ALMEIDA PINTO/Escritor. Projeto Leia, Brasil – Rua Leopoldina, 787/202 - Cep 30330-230 – Belo Horizonte/MG- Brasil – Fones: 3082-2226 e 3296-8975 Cel: 8418-2007 - E-mail: welingtonpinto@yahoo.com br - Homes: www.welingtonpinto.blogspot.com ; www..paidaaviacao.blogspot.com ; www..educacaoemfoco.kit.net/artigos - www..ieditora.com.br ; www.condominiopredial.blogspot. com; www..codigodoconsumidor.blogspot.com ; www.legislacaobrasileira.kit.net –
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